
de 25 de Junho a 5 de Julho no Cais do Ginjal, Cacilhas
Mais info aqui.
29.6.09
Estados eróticos imediatos (Kierkegaard por Agustina, encenação de Andresa Soares)
26.6.09
19.6.09
15.6.09
Henrique Tenreiro - uma biografia política [entrevista com Álvaro Garrido]

Álvaro Garrido fotografado por Rui Coutinho/Notícias Magazine
Vem de um professor da Universidade de Coimbra a biografia política que revela um Estado Novo oligárquico muito mais promíscuo e perverso do que alguma vez imaginámos. O historiador Álvaro Garrido, seu autor e paciente estudioso do país sob a ditadura, cumpre com a publicação de «Henrique Tenreiro – uma biografia política» uma inscrição historiográfica que rema contra a maré de esquecimentos que tem marcado a nossa memória histórica recente. | Uma entrevista de Sarah Adamopoulos | Fotografia de Rui Coutinho/NM
Henrique Tenreiro - uma biografia política é lançado no próximo dia 24 de Junho, pelas 18h30, na Fundação Mário Soares (apresentação a cargo do Professor Fernando Rosas)
12.6.09
L'album des écrivains [VIAN]

L’album des écrivains: Boris Vian [VIDEO]
Chaque jeudi, avec l'Institut National de l'Audiovisuel, un document vidéo sur l'univers des livres. Cette semaine, Boris Vian à l'occasion du cinquantième anniversaire de sa mort.
11.6.09
Um profano desejo a crescer-lhes

©2008 Pedro Azevedo
Talvez a outra palavra seja «revolta». Mas revolta em relação a quê ou contra quem? «Às vezes sinto-me muito revoltado, e irrito-me, por exemplo com os meus pais, e nem sequer sei bem dizer porquê. Algumas vezes basta um pequeno comentário, que na altura me parece estúpido, para me irritar. Na escola há também alguns professores que me irritam, os que têm a mania de que são superiores a toda a gente, e sobretudo superiores aos alunos. Não aceitam os nossos pontos de vista, por vezes nem sequer querem ouvir a nossa opinião.» Pergunto se acha que há muitos adultos assim. Que sim, talvez porque, diz-me, queiram fazer passar a imagem de que estão certos ou que se sentem perfeitamente seguros do que pensam. «Os adultos, por exemplo na política, gostam de dar a impressão de que a opinião deles não pode ser mudada e que acreditam mesmo no que dizem.» Irrita-o essa necessidade de coerência a toda a prova, esse muro erguido contra a dúvida. (...)
Têm 14,15 anos.Já não são crianças,ainda não são adultos. Há neles «um profano desejo a crescer».¬Libertos da redoma sagrada da infância,reféns de um ciclo lento,esperam.Que o ciclo se cumpra.¬ Que a maioridade chegue,para se verem livres dos constrangimentos da adolescência.Para se verem livres.¬ Mas crescer é para eles (como para os pais,a braços com novos desafios parentais) um processo longo.¬ Um caminho feito de etapas e que se faz caminhando.
Reportagem de Sarah Adamopoulos e Pedro Azevedo
Notícias Magazine de 24 Fev 2008
9.6.09
8.6.09
7.6.09
Portugal precário na imprensa francesa
Un jour de 1998, Myriam Zaluar a fait le mauvais choix. "La pire décision de ma vie", soupire cette journaliste de 39 ans. En quittant son emploi, elle ne se doutait pas que jamais plus elle ne signerait un contrat de travail en bonne et due forme, même à durée déterminée. "Depuis cette date, je travaille en reçus verts", explique-t-elle en montrant le carnet de coupons détachables qui ne quitte pas son sac. Créés dans les années 1980 pour les travailleurs indépendants et les professions libérales, les "recibos verdes" sont progressivement devenus le lot d'un travailleur sur cinq au Portugal. | Jean-Jacques Bozonnet, envoyé spécial Le Monde




