(...) Face ao rolo compressor da convergência, com os seus consensos, concertações e compromissos, reanimemos as nossas últimas forças de divergência - defeitos e inconveniências, dialectos e tradutores, danças e deuses, vinhos e vícios. Todas as culturas devem aprender a fazer ouvidos moucos, a abrigar-se atrás de um quanto-a-si (...).

